Cadernos da Casa.
Ensaios, dossiês e pílulas de pensamento escritos por irmãos — cada um em seu nome. A Casa comenta o projeto, não o vínculo.
Reconstruir a mesa: arquitetura de confraria negra no Brasil do século XXI
“A pergunta não é se podemos nos organizar em confraria — já fizemos. A pergunta é se queremos dar a essa forma a solidez que ela merece desta vez.”
Últimos cadernos.
Herança sem estrutura se dissipa em uma geração.
Sobre holdings familiares negras, sucessão patrimonial e o abismo entre a riqueza construída e a riqueza mantida.
Quem escreve a sentença escreve o país.
A lenta, silenciosa ascensão de magistrados negros — e o que ainda falta para que a jurisprudência responda à nossa gente.
Saúde do homem negro: protocolos que nunca entraram no SUS.
Levantamento de achados clínicos ignorados há décadas — e proposta de linha de cuidado integral.
O silêncio como rito.
Das irmandades do Rosário às lojas Prince Hall: discrição não é medo, é método. Uma leitura litúrgica da confraria.
A voz da raça: relendo o jornal da Frente Negra, 90 anos depois.
Capa a capa, o jornal da FNB nos ensina como se faz imprensa própria — sem patrocinador, sem permissão, sem pedido.
Conselheiros negros: de símbolo a voto.
O que separa a cadeira ornamental da cadeira que decide — e por que precisamos preencher ambas.
Abdias como método, não como santo.
Revisitando o Teatro Experimental do Negro como laboratório de gestão cultural e formação intelectual.
Reparação como política pública, não como provocação.
Cinco arquiteturas jurídicas existentes no direito internacional e seu caminho possível no Brasil.
Corpo negro, academia branca: quem treina o treinador?
Sobre a formação física do homem negro para além da estética — e dos silêncios em torno disso.
Fundo comum: a invenção brasileira da irmandade.
Como o Rosário financiou alforrias em 1640 — e o que isso nos ensina sobre fundos entre irmãos hoje.
Clubes negros do Sul: a burguesia que a história apagou.
Floresta Aurora, Aristocrata, Renascença — reconstrução de um ecossistema que moldou gerações.
Ler o próprio campo: disciplina ou fetiche?
Sobre o estudo contínuo como dever profissional, e a diferença entre acumular leitura e acumular método.
Há mais — dentro.
Os Cadernos Internos circulam apenas entre irmãos. Dossiês reservados, atas selecionadas, textos em preparo.